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22/04/06

“O Regresso da Escova de Dentes Assassina que não volta mais - Parte II”

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Sim, é desta que é.
“O Regresso da Escova de Dentes Assassina que não volta mais - Parte II”, o melhor texto de sempre! E perguntas tu, “Se é o melhor texto de sempre, porque é que eu nunca ouvi falar?”
Tu - Se é o melhor texto de sempre, porque é que eu nunca ouvi falar?
Eu – Porque és uma pessoa extremamente inculta, sem percepção daquilo que deve ser realmente percepcionado, sem um miligrama de bom gosto. Não dás uma ‘pa caixa, embora nunca tenha percebido o que isto pretende dizer.
Outra coisa: se se trata da parte dois, existe a parte um, certo? E repondo eu: não. Irritam-me as pessoas que só por eu dotar o título do meu belo texto com as palavras “parte II”, acham que têm o direito de achar que existe uma parte I. Vocês são patéticos. Sim, porque muitas das segundas coisas que aconteceram na história da humanidade, surgiram sem ter ocorrido previamente as primeiras. Vocês são, como alguém ilustre referiu, patéticos.
Ai que giro, comecei outro parágrafo. É sempre bom fazer um parágrafo, principalmente quando se trata do sexto parágrafo de “O Regresso da Escova de Dentes Assassina que não volta mais - Parte II”! Sinto-me honrado.
E olha o sétimo!
O oitavo! Epá isto é mesmo viciante. Bolas.
Regressando ao tema fundamental da minha crónica, posso dizer, entre várias coisas, “está frio”. Mas só porque está mesmo. A sério. A sério mesmo. Então já acreditas? Está frio. Mas vejamos o frio é das coisas mais estúpidas que existe (está claro, retirando o Sr. José Barracão Branco e a sua pseudo-amiga Não-li Não-li Caneças), e eu digo isto porque ter frio não é, lá no fundinho, mau de todo. Porque ao menos sempre se tem alguma coisa.
Não, agora a sério, chega de brincadeiras. Isto é sério. Muito sério. Tão sério que me dá vontade de rebolar no chão, claro está, com uma cara muito seria. Sim porque só conseguimos atingir verdadeiramente o cerne da questão com uma cara seria. Tu! Com um pseudo-sorriso, esquece isto não é para ti! Muito menos para ti, que tentas manter o sério, mas no momento crucial, explodes de encarnadice e fazes “prfrrrrffffffffffffrrrrf” com os lábios, e posteriormente ris-te como se não houvesse dia de amanha. Isto não é para ti. Nem muito menos para ti, jovem borbulhento com “covinhas”. Como estava a dizer, isto é sério. Bastante mais sério que a Assembleia da República, ligeiramente menos sério que a “Quinta das Celebridades”.
Isto tem de acabar. Cá dizer que sim, e depois parece que se cumpre. Dizer que não e depois afinal ainda é não. Mas passados uns dias continua a ser não. Já não há respeito pelo desrespeito merecido por todos nós. Ser bem atendido num dia de feira nos Correios cá do sitio? Comprar uma revista que já não esteja amachucada? Ir ao supermercado e encontrar uma embalagem de cereais que não esteja aberta? Ir de ferias, não se esquecer de nada porque alguém avisou, e voltar a casa com o carro inteiro, a família (quase) inteira, e sem multas (“coimas” para os amigos)? Onde isto chegou.
Assim não, amiguinhos. Queremos é ser roubados! Queremos ser maltratados! Queremos sangue. Ainda não percebi, depois de ter lido varias vezes, o que escrevi nos dois últimos parágrafos. Muito menos neste.
E como isto da vida não é só trabalho, tenho um passatempo para vós! Podem contar todas as palavras deste texto, e chegar à brilhante conclusão que existem nada mais, nada menos do que existem quinhentas e noventa e seis. Aqui. Foi ou não divertido? Ah pois foi. Eu vi logo que iriam passar bons momentos com este meu passatempo! E se quiserem podem tentar uma coisa mais maluca e extremamente mais complicada que é começar a contar as palavras do fim para o princípio!!! È a loucura! Qual desportos radicais, qual bungee jumping, qual paraquedismo, qual freeride, qual lavar os dentes com a escova de dentes assassina que não volta mais, mas regressou (cá está), qual quê. Contar palavras é o que está a dar. E surgiu ainda à pouco tempo, uma modalidade ainda mais extrema que é o chamado dicionarismo. Simplesmente extremo. Estes jovens de hoje…
E existem. Existem congressos, encontros anuais, mensais, semanais e mesmo anuais, desses jovens irreverentes, que andam com o “Grande livro da grande História de Campo Grande” e “As Meias” debaixo do braço, para contarem em tudo quanto é sitio! Até em sítios respeitáveis como bibliotecas eles utilizam os seus livros. E não há quem lhes ponha a mão.
E perguntas tu, “se eles são assim tantos porque é que eu nunca os vi?”.
Tu: Se eles são assim tantos porque é que eu nunca os vi?
Quando voltares a sair de casa, isto é, SE voltares a sair de casa, observa bem, atenta aos pormenores. Eles andam aí. Suspeita todos os que tragam livros, revistas, pastas, óculos, lentes de contacto, olhos. Suspeita dos que não pensas em suspeitar. Suspeita dos que lêem, ou já leram alguma vez na vida. Suspeita do cão, do gato, da avó, da garrafa de água. De ti.
Foi o Jornal da Tarde, boa noite.

A Grande e Maravilhosa História da Baba de Cão - Tudo aquilo que sempre quiseste saber, mas nunca ousaste perguntar

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Portanto, estava eu muito descansadinho a dar milho ás pombas, porque consta que elas gostam de farináceos, quando muito subitamente, vindo do nada, surgiu, por geração espontanea um amigo meu com nome de desenho animado e disse:
Amigo meu com nome de desenho animado: "Ei, Diogo! Seu grande maluco, seu ser superior dotado de extrema sabedoria, que possuis todo o conhecimento e mais algum, e se fizesses uma Crónica acerca dessa fantástica substância nhanhosa que é a baba de cão???
Como devem estar a pensar, eu respondi sim. Mas enganam-se!!! Porque eu respondi: "Sabes, o meu livro de matemática suicidou-se...Estava cheio de problemas...". Mas depois pensei um bocadinho mais, e achei que escrever uma cronica acerca da baba de cão era uma das ideias mais estupidas de sempre.Por isso aceitei, sem hesitar. Vá, hesitei um bocado porque estava quase na hora de começar a novela "Queijo com Marmelada" na TVI. Mas pronto.. Eu pensei, "Em Abril, águas mil". E aqui estou eu. Já agora, para que conste, o desenho animado amigável chama-se Vegeta, com acento no "éta".Como esta crónica, para nao variar, vai sair extremamente mal, dando "gómitos" só de ver as letras, dedico-a ao Vegeta. Assim como se fosse um insulto.Daqueles fortes. Aqui vai.


Em tempos remotos, quando ainda não havia TV Cabo, nem escovas de dentes eléctricas, nem botox, tudo funcionava á base de baba de cão.(reparem no promenor de eu estar a escrever em itálico... da assim um ar nostálgico, para relembrar o passado, de sabedoria e certeza, provocando ainda dores no pescoço.) A existência girava á volta da baba de cão.
A riqueza de um Reino, País ou Império não era medida pelo número de moedas de ouro existentes nos seus cofres, nem pela produção anual de barris de petróleo, nem muito menos pela quantidade de programas televesívos com apresentadores homossexuais. Quem era mais rico e poderoso, era quem tinha na sua posse maior quantidade de baba de cãaao (ups, enganei-me a escrever cão, onde fiica o backspace?).
Mas aposto que estão intrigadissimos com o facto de, na altura a baba de cão ser o meio de sobrevivencia. Não é verdade amiguinhos? Pois é, mas acreditem em mim, porque era mesmo. Eu estive lá.
Com baba de cão pode-se fazer praticamente tudo. E sai relativamente barato, basta ter uns quantos cães ao serviço de sua majestade, que o assunto fica resolvido por completo. Como eu estava a dizer, com baba de cão faz-se praticamente tudo, ele é casas, ele é esferólápis, iogurtes liquidos, baba de cãomelo (desculpem, mas esta ideia andava por aqui a assombrar-me e tinha que me livrar dela), esponjas, tampos de retretes, tudo.
Todos estes produtos modernos que "é so juntar água",foram outrora produtos "é só juntar baba de cão", sim porque isto da água é uma coisa relativamente moderna, ouvi dizer que foram os americanos que a inventaram, para fazer concorrência, quanto a mim desleal, ao grande mercado de baba de cão que se estendia por todos os 8 cantos do mundo.
Com o decorrer do tempo, o hábito de usar baba de cão para cozinhar e/ou limpar o carro ao fim de semana com os filhos enquanto se ouve música pimba, foi-se perdendo aos poucos e poucos. Era o inicio do fim da chamada Era da Baba de Cão. Os produtores de baba de cão começaram a ficar cansados e viraram-se para as novas tecnologias, a roda. E assim perdeu-se um hábito, que, quanto a mim tornaria tudo mais simples, até porque a baba de cão é escorregadia.
Neste momento da actualidade actual, a baba de cão só serve para duas coisas: sujar alcatifas, manchar almofadas e destruir sapatos.
Tenho saudades dos velhos tempos.

Beijos, abraços e muitos palhaços.