14/10/06
Soluções do teste de Estupidez Crónica
01 - 13. 5 dividido por .5 = 10 + 3 = 13.
02 - incorrectamente.
03 - Não. Se ele tem viúva é porque o homem está morto não podendo, legalmente, casar-se com mais ninguém.
04 - Nenhuma. Oito e oito são dezasseis.
05 - Nunca toca. O barco e a corda vão subindo com a maré.
06 - 9 membros: 6 filhas, 1 irmão, o sr. Silva, a srª Silva.
07 - Nenhum. Quando se cruzam encontram-se exactamente à mesma distância de Lisboa.
08 - As duas que tirou.
09 - 9.
10 - Porque não se podem tirar fotografias com uma perna-de-pau. Só com máquinas fotográficas.
11 - O fósforo.
12 - 1 hora.
13 - Até meio da floresta. A partir daí já não corre para dentro mas para fora da floresta.
14 - 1. O último para "acabar a casa".
15 - Monte Everest.
16 - 1. Se os juntou todos...
17 - Uma. Depois de se subtrair 5 já não restam 25.
CLASSIFICAÇÃO
0 Pedimos desculpa por dizer-lhe a verdade, mas você é um idiota!
1-5 Tente outro teste, pode ser que se sai melhor.
6-10 Não se sinta envergonhado, há quem responda ainda menos.
11-13 Você está na média geral.
14 Parabéns você é mais esperto que a maioria!
15-17 Você é um génio.
in http://silves.planetaclix.pt/
Teste de Estupidez Crónica
02 - Qual a palavra (portuguesa) que todos os portugueses pronunciam incorrectamente?
03 - No Japão é permitido a um homem casar com a irmã da sua viúva?
04 - Qual é a expressão correcta: oito mais oito É quinze, ou oito mais oito SÃO quinze?
05 - Uma corda com 10 metros está pendura de um barco e a sua ponta inferior está apenas a 10 cm. da superfície da água. Sabendo que a maré sobe 2 cm. por minuto quanto tempo leva até que a corda toque a superfície da água?
06 - O senhor e a senhora Silva têm seis filhas e cada filha tem um irmão. Quantas pessoas constituem a família Silva?
07 - Dois aviões descolam ao mesmo tempo. Um sai de Lisboa outro de Paris. O avião que partiu de Lisboa viaja a uma velocidade de 500km. por hora. O que saíu de Paris, devido a ventos desfavoráveis, voa a uma velocidade de apenas 200km. por hora. Quando se cruzam no ar, qual dos dois se encontra mais próximo de Lisboa?
08 - Tire 2 maçãs de 3 maçãs, com quantas fica?
09 - Um pastor tinha dezassete ovelhas. Todas menos nove morreram. Com quantas ficou?
10 - Porque razão não é possível em Portugal tirar fotografias a um homem com uma perna-de-pau?
11 - Se apenas possuísse um fósforo e estivesse num quarto escuro com uma vela, um fogão a lenha e uma lâmpada de petróleo (com petróleo), qual acenderia primeiro?
12 - O médico dá-lhe 3 comprimidos para tomar um de meia em meia-hora. Quanto tempo se passa até que tome o último comprimido?
13 - Até que distância consegue um cão correr para dentro de uma floresta?
14 - Quantos tijolos são necessários para acabar uma casa sabendo que cada tijolo tem 50cm. de lado?
15 - Antes do Monte Everest ter sido descoberto qual era o monte mais alto do mundo?
16 - Um camponês tem 5 montes de palha num campo. Noutro campo tem 4 montes de palha. Se os juntar ao pé da sua casa com quantos montes de palha fica?
17 - Quantas vezes se podem subtrair 5 de 25?
(Fonte, resolução e classificação, desvendados no proximo post. Divirtam-se!)
18/09/06
Histórico - A historia da vida dele
Bem, tudo começou no princípio. Era um dia de muito sol, e como eu estava de frente para ele, o gajo estava a ofuscar-me os olhos, por isso eu não vi muito o bem o que se passou, por isso vou inventar como se não houvesse dia de amanha. Ele chamava-se, como se faz quando queremos chamar alguém, pelo nome. O nome dele era Zé. Vivia na tão bem conhecida Rua de
Cima e morava mesmo ao lado do seu vizinho. Este também se chamava pelo nome, eu no seu cartão de sócio dos "Amigos da Colher de Madeira" dizia "Sr. Tó". Ele não era bem um senhor, mas para não parecer muito mal, para dar assim um ar de gente importante, os senhores que faziam o cartão acrescentavam lá o "Sr." por uma melódica quantia de 27€.
O Zé e o Tó eram muito amigos, muito amigos mesmo, tão amigos ao ponto de dizerem "Anda cá meu amigo". E eles iam. O Zé e o Tó brincavam muito na rua durante o dia. Eles gostavam muito de brincar ás escondidinhas. Havia dias que um se escondia e só voltava um ou dois meses a seguir. Eram mesmo muito amigos.
Mas vou contar o que realmente se passou, bem, vou contar o que eu acho que realmente se passou, uma vez que eu estava ofuscado pelo sol e não conseguia ver assim muito bem. Talvez deva comprar uns óculos de sol. Ou então não.
Um dia o Zé estava muito triste, mesmo muito triste... Então o Tó chegou ao pé dele e disse "Então Zé? O que se passa contigo? Não gosto que estejas assim triste, amigo!". Eles eram muito amigos. O Zé explicou-lhe o que se tinha passado, o porquê da sua tristeza, mas como eu não sou cusco nem tenho nada a ver com a vida dos outros, não estive lá a ouvir o porquê das suas tristes máguas. Não me pagam para ser cusco. Bem na verdade não em pagam mesmo nada. Só de pensar nisso sinto-me mal, explorado, triste como o Zé. Mas deixemo-nos disso, não estamos aqui a falar da história da minha vida, mas sim da história da vida dele.
Eram muitas as vezes que o Zé ia brincar para casa do Tó e muitas eram as vezes que o Tó não ia brincar para casa do Zé. Eles gostavam muito de brincar. Tinham um gosto particular de brincar com bonecas, com batons e aquelas coisas esquisitas, que são tão esquisitas, que só de dizer o nome sinto-me esquisito. Ás vezes, eles brincavam aos enfermeiros e enfermeiras. Nunca resultava muito bem, porque queriam ambos ser a enfermeira. Andavam à porrada. Eram mesmo muito amigos.
Acabou no fim. Nunca percebi porque acaba sempre no fim...
04/09/06
Histórico - Não me ocorre nenhum título, por isso façam de conta que isto é um realmente bom.
Olá! Tudo bem contigo e com a tua familia? O que é preciso é que esteja tudo bem. Quando não está tudo bem é porque algo não corre como esperamos. Verdad?
Bem, o que eu tenho hoje para vos dizer, é que tenho uma coisa para vos dizer.
Já vos disse.
A minha vida mudou radicalmente desde a ultima mudança radical na minha vida.Agora já não estou a viver onde estava.Como já dever ter percebido, estou a viver no sitio onde habito agora.É complicado porque estive este tempo todo a viver lá e agora já não.Já sabia onde ficava tudo, a casa-de-banho, a loja de anilhas e parafusos, a paragem de autocharro e, por ultimo mas não menos importante a loja de aluguer de escovas de dentes.Agora sei na mesma. Mas não é a mesma coisa.Sabem porquê? Muito simplesmente porque são coisas diferentes.(Só um momento vou á casa-de-banho, sim, sei onde é.)
(Já cá estou.Demorei muito?Perdi-me no tempo a contar as flores do rolo de papel higiénico.Eram muitas)
Como eu estava a dizer, esta questão tão falada que é a Gripe das Aves, não é de todo má, no entanto trás muitos problemas.Vou enumerar de seguida os prós e os contras, mas nao farei distinção entre uns e outros.Tudo junto é que é bom. E como dizia o outro, "Tás mas turbar!".
Prós e contras desta questão tão falada que é a Gripe das Aves:
-Foi uma oportunidade excelente para a expansão do mercado de medicamentos para a gripe e afins.É ver as aves todas malucas a snifarem aspirinas, que é como quem diz, ácido acetilsalisílico (acho que se escreve, se não for, eu escrevi assim de propósito).
-Excelente oportunidade para a raça suina, bovina e caprina controlarem em conjunto o monopólio de vendas de produtos alimentares.Tenho a certeza que é isso que os animais desejam.
-Por último, mas muito menos importante, é chato.
A minha solução é muito simples. Criar um posto universal algures entre Arrabães e Moscovo, onde toda e qualquer ave migratória, ou não, se possa fornecer de cachecois, gorros, pantufas e também impermeáveis. Depois noutra secção, ainda no dito posto, proponho que se sirvam meias de leite quentinhas com um bocadinho de mel. Tenho a certeza, que além de se prevenir e eliminar a tal gripe.
Outra solução, era extreminar toda e qualquer ave. Penso que esta seria a melhor hipotese do Mundo e quiçá da Europa.Era isto. 'Noite!
01/09/06
Histórico - Da big great uanderfule history of eberiting ande noting
Yellou, je suis here to contate you the very big, fantastic, underfule history. Like you can see, eu can speack englishe. I have aprended it, very long time atras, kuando I was smalinho.Eberiting started kuando he turned to she and said:He - "Otário doing?"
And then she said very contentefuly and happy:
She - "I'm doing very weel tank you".
Glory, glory, was the end of da estory.Was nothing! I was being playing with yourself! Lougthing out Loud! (lol, to the friends.).The stori doesn't ends aki. It ends more to down.Like you can see, ife eu scroll down your rate bol and look to de end of it.
Continuating, they ficate very lots of friends, because porque they gone to eat a gelate togheter, one of those tah Zeizei Camaraite sells ins da praias with da babes dancing araund he. They eat it at six o'clock in splanate.
When they finished to eat it, by 6.40 pm (yes, they eat gelate very slow), he said to she:
He- "You are very nice, do you want mi to put da cream on you?"
And she said:
She-"No."
And he:
He-"Oll raiguete den. I didn't have the cream anyway."
Like we can see, he was very marote.
But, when no one was expecting da phone ringd.Sorry, but afinal one person was expecting, teh person ú was telefoning to da fone that was ringuing.But the story ficate by there.
In de very end, he turnd to she and asked:
He-" Let's go Soraya".
She-"Soraya? I'm not Soraya! I'm Karina"
He-"OU! I pensaited that you were Soraya, prime of Tony, son of his mother"
She- "No."
He-"Ok then. Sorry."
Da End.
29/08/06
O Estado Capilar dos Metaleiros Portugueses
Devido à vastidão extremamente vasta do tema, decidi abordar primeiramente o típico metaleiro: juba comprida, sweat do “Master of Puppets”, calcinha preta e botinha de biqueira de aço a condizer. Este é o metaleiro original (ou pelo menos devia ser porque eu o acabei de afirmar, mas como também ninguém vai contradizer um gajo do meu tamanho, posso estar tranquilo!).
Como podem imaginar, um metaleiro que se preze (e que seja no mínimo asseado) lava a sua guedelha com muito carinho e amor, pelo menos no Natal, uma vez que o molho das rabanadas pode incomodar um bocado..
Para muita gente, o tamanho da juba mede o nível de “metalidade” de uma pessoa. Para pouca gente, não tem nada a ver.
Tendo em conta que a crina do metaleiro serve para abanar à bruta durante os belos e suaves concertos que por esse mundo fora acontecem, muitos entram em depressão profunda quando, por algum devaneio ou partida do destino, a tem que cortar! Infelizmente sei do que falo…E vocês também sabem, porque eu gosto mesmo é de artesanato. Logo portanto todos têm tendência a lavar todo o couro cabeludo com todo o cuidado, massajando todo o escalpe com movimentos circulares e amaricados. Portanto, como devem imaginar, estes metaleiros são inimigos viscerais da caspa (a namorada do Casper), seborreia, piolhos e de toda e qualquer bichinho ou ceninha que lhes estrague o seu bem mais precioso!!!
Claro que há sempre as ovelhas negras da família, que aparecem sempre com o que parece ser esfregonas usadas na limpeza da cantina e afins, enfiadas nos cornos, ou chifres para ser mais correcto. Normalmente estes membros são discriminados pelos outros, não só pelo mau nome que trazem à família mas também porque violam os contractos comerciais estabelecidos entre os Metals e as companhias shampooríferas; Pantene, Frutis e até mesmo aquele em que a gaja se vem só ao lavar a cabeça, o Orgasmix… eu pessoalmente uso esse, embora não tenho sentido nada de muito intenso, excepto quando aquilo me entrou para uma vistinha… aí sim, aquilo ficou muito feio e gritei como um perdido!!!
Ultimamente tem sido avistados uns espécimes que se auto intitulam de “metaleiros”, pimba-metals, etc… Paneleirices digo eu!!! Metaleiro que é metaleiro, não ouve Nel Monteiro e diz que gosta!!! Bem sei que é a atitude que faz o metaleiro, mas ouvir de um puto que mal começou a fazer a barba, que não destoava num concerto de Britney, e que só por ter uma t-shirt a dizer “Fuck It All”, “Ai e tal, eu sou metaleiro!” é ultrajante, e para além de ser ultrajante que é um palavra bonita, é também incomodativo, palavra menos bonita…
Esta nova geração de pseudo-metaleiros, distinguem-se dos “old school”por usarem cabelo à Beto (aquele jogador de futebol) que, embora bem tratado, é usado em desalinho artístico… Pá, sinceramente, acho uma estupidez o que estes mânfios dizem e fazem.Eu também. São uma desonra para qualquer verdadeiro metaleiro a nível global e quiçá europeu, e nós aqui a ver estes gajos por o nosso (dele) bom nome na lama e outras coisas pouco agradáveis… a única cena que os safa é os seu cabelo imaculado, tratados com todos os produtos de beleza usados pela nata da sociedade!!!
Há que referir também o estilo capilar gótico que surge em tom monocromático: muito preto ou muito loiro ou então ruivinho com madeixas loiras. É um estilo capilar um tanto ou quanto extremo, muitas vezes associado ao vampirismo, artes negras, esoterismo, comunismo, política, etc… É um estilo marcado pelas suas guedelhas escorridas e lisas, a completar um rosto cadavérico e alucinado! Aproveito para deixar aqui uma nota pessoal, sob a forma de um comentário abonatório em relação ao estilo de roupa que as góticas usam, onde abundam decotes generosos, que são, obviamente, uma pouca-vergonhice.
É também de notar que existem sempre membros destes grupos que fundem vários estilos, ou então que criam derivações malaicas a estes ramos e até mesmo os que estragam tudo ao tentarem parecer mais pindéricos do que o socialmente correcto. Há quem diga também que não. São opiniões.
Bem sei que moços como o Max Cavalera (sim, é esse mesmo.), que até tem umas rastas bonitas, têm que manter um aspecto um tanto ao quanto tribal pois tanto ele como outros vocalistas de bandas que estejam de alguma maneira associados ao mesmo estilo, transmitem e representam uma filosofia de vida, mas daí até aparecerem por aí uns gayzolas vestidos de preto, feios como um corno depois de 3 peelings, parecendo que vão para um encontro de sadomasoquismo, que metem umas merdas esquisitas e às cores no cabelo, vai um passo muito grande!!!
Neste momento devem estar a perguntar que raio estou para aqui a escrever, mas te garanto que se dobrarem esta composição em duas e a vires da Lua, ela fará todo o sentido… Agora a sério, deixei me levar pela emoção de poder desancar nalguns pategos do mundo do metal que tem PUTA DA MANIA que são maus e que metem medo só porque são polémicos e escandalosos, estando-se a cagar para a música que tocam! (Ups. Esta frase tinha asneiras..)
Em jeito de conclusão e como já devem ter percebido, neste nosso país e como alguém lhe chamou “à beira mar plantado”, há de tudo um pouco… Metaleiros de raiz, putos com a mania, góticas jeitosas e malandrecas, grunhos, entre muitos outros… E reparem que eu comecei por falar em cabelos!!! Aonde irá isto parar?! Ok. Saio aqui.
Escrito por: Prossegur
Estupidificado por: dmonteiro
25/08/06
Cultura Geral
Não?. Nem eu.
19/08/06
Influência do crescimento oblíquo da relva no comportamento dos Ornitorrincos da Sibéria
Bem, e debruçando-nos no assunto principal desta crónica, os cotonetes. Ora bem, os cotonetes, também apelidados de "cotonetas" são utensílios muito importantes na higiene pessoal das pessoas, pois conseguem chegar aos sítios onde os dedos não chegam. Claro está que este exemplo é apenas uma pequeníssima parte, de todo o leque de opções e funcionalidades que os cotonetes nos fornecem. Há quem use os cotonetes também para ir a pesca, lavar o carro, confecção de bolos e até há quem lhe dê assim um uso mais perverso, acerca do qual eu não me vou pronunciar.
Ahah! Seus marotos! Viram como vos enganei? Não estão atentos, depois é isto! Esta crónica não é sobre a Utilização perversa de Cotonetes, mas sim da Influência do crescimento oblíquo da relva no comportamento dos Ornitorrincos da Sibéria. Ai.. Se não fosse eu, o que era de vocês.. Tenho que estar sempre a chamar à atenção... Enfim desta vez passa. Vamos lá então.
Em primeiro lugar, o que é um ornitorrinco? Para os que não sabem, um ornitorrinco
é um bixinho muito simpático e fofinho, que tem mais ou menos o aspecto deste ser amigavel da imagem, à direita. Estão a ver como é um pato? Assim, com penas, membrana interdigital, ar amaricado, bico e tal? Estão a ver mesmo? OK. Esqueçam, não tem nada a ver. Um Ornitorrinco, tem, como o nome indica, um bico muito grande; do latim ornitorrincus, onri, bico, torr, muito, incus, grande. Agora que está tudo esclarecido, deixem-me fazer uma pequena observação. Decerto que já se aperceberam que o espécime da imagem apresenta um aspecto ligeiramente estranho, já me disseram inclusivé que parece um urso (ou ornitorrinco, neste caso) de peluche, mas eu acho que também não é necessário exagerarmos, nem insultarmos o bicho. O aspecto caricato deste animal, deve-se, pelo que sei, ao consumo excessivo de fast food. A grande quantidade de lípidos e hidratos de carbono que são metabolizados pelo organismo do animal, podem levar a esta doença estranha e muito rara, mas que em nada limita a qualidade de vida do mesmo, apenas o torna mais afagável (será que esta palavra existe?).
Agora temos outro problema, não é? Pois.. eu sei que nem toda a gente pode ser tão conhecedora como eu, por isso é que eu abro a hipótese de vocês não saberem onde fica a Sibéria. Está em todos os mapas e livros de geografia eu sei, mas mesmo assim há pessoas muito distraídas, e eu sei que por lapso, certa informação pode não ficar retida. E é por essa razão que eu vou dizer onde a Sibéria fica, mais do que isso, vou disponibilizar um mapa, para ser mais fácil o visionamento.
Cá está ele. Como podemos visualizar, a Sibéria encontra-se mais ou menos entre o concelho de Vila Pouca de Aguiar e o de Vila Real. Acredito que não soubessem, e é por isso que vos entrego uma explicação tão detalhada.14/08/06
Estupidez Aleatória II
- Melhor frase de porta de casa de banho que eu alguma vez encontrei - "Pila triste procura cu alegre"
- "Coyote Bar" - Não preciso de dar explicações, pois não?
- Já repararam que muitas das (poucas) pessoas que comentam as crónicas deste blog usam nomes falsos? Teram eles medo? Receio de represálias? Vergonha até? Eu sei que a sociedade é má e que exclui pessoas por comentarem blogs des género, por isso não vou comentar isto. Ass. Júlio.
- Lembram-se da Ana Malhoa quando apresentava o Buéréré? Sim? Ok. Fiquem APENAS com essa imagem, e nunca, em caso algum visitem o site http://www.anamalhoa.com . E se um dia se enganarem, e abrirem o site sem querer, não vejam as fotos da FHM. É apenas um aviso de amigo.
13/08/06
O Verão
Olá amiguinhos e cyber-amiguinhos! Tudo bem convosco? Não? Bolas... É sempre chato quando não está tudo bem. Vá, mas acho que há pessoas que gostam que não esteja tudo bem, lembro-me agora, por exemplo dos senhores que trabalham nas portagens.
Mas tudo isto é irrelevante. Que é como quem diz (“Like who says”, ing.) não tem relevo algum.
Já faz algum tempo desde a última vez que publiquei aqui uma crónica. Tanto que até acho que já não sei escrever (à desculpa esfarrapada para a possível existência de erros ortográficos no decorrer desta obra literária de valor incalculável, isto porque ninguém se dá ao trabalho de calcular o valor).
Como eu estava a dizer, já não faço uma crónica há muito tempo e, ouvi dizer que o blog andava muito parado e tal. Claro está, que quem me disse tal barbaridade levou de imediato um soco no nariz, só por pôr a hipótese da existência de um blog que andasse.
Como estamos no Verão, eu, sem meias medidas e livre de preconceitos e vergonhas, optei por, na loucura, escrever sobre o Verão; e para tornar isso ainda mais obvio decidi baptizar esta crónica como “O Verão”. Não me perguntem como consegui chegar a um título tão brilhante, porque eu também não sei. Acho que foi um momento de inspiração divina.
Ora bem, o Verão (há quem lhe chame também “Verão”) é uma das quatro estações do ano. Podemos deste modo concluir que o Ano não possui TvCabo, pois se tivesse, teria ao seu dispor muitas mais estações.
No Verão está calor. Aqui deste lado do planeta. Já me disseram que em outros lados do mesmo não está calor no Verão. Mas eu não acredito. Calúnias. Em primeiro lugar porque o calor é estupidamente irritante, logo tem de se espalhar por todo o mundo, para irritar todos os facilmente irritáveis com o calor. Como eu. Em segundo porque ao admitir que o calor não se distribui uniformemente por todos os lados do planeta, estamos a considerar que o planeta tem lados, logo não tem forma aproximadamente esférica. Se bem que seria divertido viver num planeta com forma piramidal. Principalmente nos bicos (vértices, vá…).
Há quem diga que o calor é porreiro e agradável e não sei que mais. Não consigo compreender este tipo de pessoas. Quem é que gosta de suar que nem um porco (apesar de eu ter quase a certeza que os porcos não suam, li em qualquer lado…), beber líquidos como se a vida dependesse disso (até depende, mas isso são pormenores) e andar atrás das sombras como um cão atrás de uma cegonha com o cio?
Outra coisa que me irrita são aquelas pessoas que andam sempre com aqueles livrinhos de bolso e que o lêem aos bocadinhos. Esperam que o semáforo fique verde e lêem. Estão a andar na rua e lêem. Estão a ser atropelados por um camião TIR com reboque, e lêem. E ouvi dizer que também fazem isso no Verão (daí a ligação com esta crónica). Fica aqui o meu desabafo.
No entanto o Verão tem coisas divertidas. É sempre giro estar na praia e ouvir “Oh Pedro Jaime, pára de meter a pá no nariz da tua irmã, ela não aprecia!”, ou mesmo ouvir aquelas senhoras muito simpáticas e discretas a gritarem da barraquinha (onde estão 12 pessoas, um cão e 4 exemplares da revista “Maria” do verão de ’97), para o meio do mar, coisas do género de: “Ó JÚLIO! OU BENS AGOIRA PRÓ PÉ DA GENTE PA COMERI, OU ENTAO COMES A SANDE DE COIRÁTO FRIA E O BINHO QUENTE, PORQUE EU ESTOU-ME A DEFECAR PARA TI!!!. Também temos a sempre mítica : “Oh Júnior e Marlene, tirem-me esses cornos do sol, senão estão a tarde toda de caganeira!” (desculpem a linguagem, mas limito-me a levar a realidade de encontro com vossas excelências).
Outra coisa sempre divertida de fazer no Verão é almoçar ao ar livre. É encantador ver como um refeição deliciosa e um enxame de abelhas homicidas combinam na perfeição. Sempre.
Dor. Tortura. Delírio. Loucura descontrolada. Emigrantes. Esses seres estranhos e incompreendidos da sociedade. Não tenho nada contra eles. Parece é que eles estão contra toda a gente que não fale Françuguês. O que se passará com estes seres quando, durante o ano quase todo, estão por aí nesse sitio chamado “Mundo”? Ser-lhes-á feita uma lavagem cerebral e posterior programação do cérebro para que, quando voltem a santa terrinha comecem todas as frases por “Lá na França é que é bom…” acompanhado de um sotaque francês de origem duvidável?
Falo nos franceses porque é o mais comum, mas também há aqueles que vêm do Luxemburgo e da Bélgica; (os da Alemanha arranjam forma de falar francês, também).
O que se passa com estes indivíduos é que chegam ao nosso país exibindo a sua cassete dos “melhores êxitos da música pimba da década de 80”. Mas alto de modo a que todos possam ouvir bem. Chama-se a isto solidariedade e irmandade. Um gesto bonito; dizem que “lá na França” tudo é melhor, e insultam toda a gente. Se isto é tão mau, não percebo porque continuam a vir. Enfim são portugueses e basta. Ou já foram.
Claro que há excepções, não é minha intenção ofender ninguém, acho até que essas excepções, os 3%, se sentem envergonhados pelos outros 97%, por isso, para a minoria deixo aqui a minha palavra amiga (mas peço que posteriormente ma devolvam, porque dá jeito em certas frases, e eu posso vir a precisar dela, obrigado).
Bem, acho que basicamente o Verão se resume a isto. E também a velhinhas com biquinis diminutos.
Se acham que falta alguma coisa importante, que mereça ser salientada nesta crónica, azar o vosso.
Bem, o almoço já está na mesa.
Coiz’
02/08/06
Coiz'
Nova crónica para breve, não desesperem. Ok, desesperem.
Beijos abraços e muitos palhaços.
coiz' foreva



