27/12/06

The #%$!@& Nightmare.

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Bem, para começar, penso que talvez seja melhor avisar que esta crónica poderá, na eventualidade eventual, ser um bocadinho, vá, digamos, forte. Não que seja um crónica que passe várias horas por semana no ginásio, ou que tome esteroides, ou que seja "cheiínha". É mais pelo assunto abordado em sí. Há quem diga que o assunto pode ser também abordado em Sol sustenido, ou Fá menor. Mas eu acho que este assunto merece um Sí. Ora bem, então o assunto, como é lógico, é a diarreia. Mais propriamente um anuncio televisivo de um medicamento, que por razões comerciais não posso dizer o nome. Posso só dizer que começa por "Imo", e acaba em "pid". E no meio tem "dium ra". Não posso dar mais pistas pela razão que já disse.

Bem, muito provavelmente já tiveram oportunidade de ver tal anúncio. Um senhor muito bem posto, que vai ao teatro ou à opera ou à feira ou qualquer coisa do genero, com a sua companheira, e que sem mais nem menos, "ups, estou com diarreia". Mas tudo é facil quando se põe um maravilhoso comprimido destes na boca, e de repente o mundo tudo fica bonito e perfumado. Mas a razão de ser desta crónica não é a super eficácia desta poção milagrosa. Não. A razão é a seguinte:

No final deste agradável spot publicitário, surge uma voz, também ela muito agradável que diz algo do género "Vamos parar a diarreia, antes que a diarreia nos pare a nós". E aqui sim, começa a decadência. Não sei o que esta linda e poética frase representa para vocês, mas posso dizer-vos o que representa para mim. Sempre que me lembro desta frase só consigo imaginar uma enorme cidade, onde tudo corre dentro da sua normalidade, as pessoas vão para os seus empregos de autocarro, as crianças brincam alegrementemente nos passeios, os taxistas (menos o Sr. Júlio) insultam os árbitos, os traficantes fazem o seu trabalho. Um dia lindo, de sol e sem nuvens com pássaros a voar livremente. Enfim, um dia normal.

De repente, no meio desta calmaria, as folhas das árvores belas e fortes que outrora sentiram uma fresca brisa, começam a agitar-se a um ritmo a cada momento mais alucinante. O céu azul e límpido, vê-se agora carregado de nuvens escuras e assustadoras. Algo se passa. As pessoas que vagueiam nas ruas sentem-no. Está no ar. Está na terra. Está no sangue que ferve numa ansiedade louca. Mas o quê? O que poderá ser?
O chão treme, os alarmes dos carros disparam, os pássaros voam.

Surge então num crescendo de ansiedade e suspance, numa esquina entre dois altos prédios, uma enorme onda de Diarreia! Com uma força avassaladora e destrutiva, a onda leva tudo a frente! Salve-se quem puder! Carros, árvores e pessoas são levadas nesta corrente de velocidade alucinante. A onda, com os seus imponenentes cinquenta metros de altura, choca contra um edificio de escritórios, todo ele envidraçado! As janelas estilhaçam e partem, e consequentemente os infelizes que foram trabalhar nesse dia, são arrastados pela onda de diarreia, juntamente com as secretárias, cadeiras e documentos. É o caos total! Na rua as pessoas lutam pelas suas vidas, mas a corrente é muito forte... Demasiadamente forte! Será que conseguirão escapar? Ao fundo vemos três botes sobrelotados, a serem completamente controlados pela vontade da diarreia assassina! Mas, não desistem, remam nos seus pequenos botes amarelos e circulares contra a maré, remam contra o triste fado que lhes foi reservado. Oh a dor, a dor, a dor!!! E SPLASH! Duas ondas mais pequenas chocam quando vêem as sua rotas cruzadas! Do splash formam-se projécteis de diarreia voadora que atinge tudo e todos com um desejo macabro de morte e sofrimento neste cenário Dantesco.

E pronto... É mais ou menos um cenário assim que eu imagino sempre que vejo o tal anúncio :) Agora que penso nisso, até dava um bom argumento para um filme! Até ja estou a ver o poster: " Lenda da Diarreia Assassína - Onde a prisão de ventre é a única salvação", ou mesmo " The Diarrhoea Nightmare - Let's stop Diarrhoea, before Diarrhoea stops us". Não sei, mas parece-me bem. A vocês não?

Bem, espero ter sido gráfico e dramático o suficiente para quando vocês voltarem a ver o tal anúncio, que o possam a ver de forma semelhante a mim. Isto é, se quiserem e se tiverem coragem...

Hum.. Coiz', acho eu...

21/12/06

Feliz Natalicidade

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O Natal é de todas as festas, a mais ligeiramente estúpida. Juntamos a família, em casa à lareira (atenção, "à lareira" e não "na lareira"; a segunda hipótese pode provocar certos maus-cheiros e quiçá, alguma irritação cutânea), a comer comidas bastante comestíveis e pobres em calorias, a sermos amigos e fofinhos uns para os outros (até para aquela tia muito chata que toda a gente tem, e que só vê de ano a ano, mas que nos oferece sempre uns bons dois euros para nós não-gastarmos-tudo-em-doces), com a casa toda enfeitada e com neve lá fora.
No Natal tem-se o hábito estranho de se oferecer presentes e até prendas às pessoas de quem gostamos, assim como a outras de quem não gostamos assim tanto e que sabemos que elas não se vão lembrar de nós. Mas também só o fazemos para que essas pessoas fiquem com a consciência pesada e com vontade de se suicidarem. Mas só um bocadinho. Afinal, é Natal.
Às vezes não se percebe muito bem o que se festeja no Natal. Se o nascimento do Sr. Jesus, se o lucro de milhões de dinheiros que são facturados nas lojas chinesas, onde o típico português desenvolveu o hábito de fazer todas as compras de Natal. Brinquedos, peças de roupa, acessórios de bricolage, seias de Natal em pó.
Bem penso que isto já se está a afastar um bocado de uma mensagem de "bom natal". Por isso vou continuar.
Desde pequeno que tive sempre uma grande dúvida: "Será que as renas comem palha ou rabanadas?"
É isto.

Bom Natal e feliz Coiz' novo, são os desejos da equipa do "Estupidez Crónica" (que basicamente se resume a mim, mas dá sempre um certo status natalício).

10/12/06

O Fim do Meu Mundo

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hum... coiz'?

Sem título.

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Sem crónica.


Sem coiz'.

29/11/06

Parabéns as Pessoas que fazem anos hoje.

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Olá pessoal e pessoala! Tudo bem e tal? Estou a escrever assim porque me disseram que já não escrevia á muito tempo, e começaram a agradecer-me muito, e ficaram muito felizes, porque eu já não escrevia há muito tempo, mas por outro lado estavam a ficar um pouco fartos de estar felizes por eu não escrever há muito tempo. Para essas pessoas, a quem eu não escrevo há muito tempo, dedico esta crónica, assim só de meter nojo mesmo.
Ora bem, ouvi dizer que hoje certas pessoas faziam anos. Há quem diga que fazer anos chega a ser divertido e extasiante. Eu não digo nada, porque já não me lembro muito bem qual é a sensação, já não faço anos desde 1996, altura em que eu fiz anos pela última vez. Já não me recordo muito bem porque deixar de fazer, já lá vão dez anos, mas tenho ideia que foi pelo cansaço que fazer anos provoca... E também pelo preço da materia-prima. Há quem diga que para se fazer uns anos assim mesmo bem feitos se usa um pouco de oregãos, iogurte líquido de morango-banana, um pouco de coiz' e também, como não podia deixar de ser, uma boa dose de aniversário. Há uns tempos um amigo meu decidiu fazer anos, mas parece que aquilo não correu muito bem. Parece que a escolha dos ingredientes não foi a mais acertada, e em vez de sair um Dia de Aniversário, fez-se um belo dia de São Valentim. Acho que ele não ficou muito satisfeito, até porque ja estava mentalizado para uma determinada situação, e no fim viu-se rodeado de flores e usinhos fofinhos a dizer "Aí lobe iú".
É por estas e outras razões que eu evito fazer anos.
Mas como estava eu a dizer, aqui é o fim da crónica.
Paracoiz'

29/10/06

O Coiz' que se Ria de Mais

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E a saga continua... Aceitam-se donativos para apoiar esta causa nobre...

22/10/06

Afinal as novidades não são só no Continente...

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... pois é, também há novidades no Estupidez Crónica!
Achei que hoje, por ser dia 22 e outubro devemos festejar. E para mim, a melhor maneira de festejar é ver 8 episodios seguidos de Floribella. E por isso, vou introduzir uma nova forma de estupidez crónica. Estupidez audiovisual!



Estas tecnologias... Espero que gostem!

Coiz'

14/10/06

Soluções do teste de Estupidez Crónica

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SOLUÇÕES
01 - 13. 5 dividido por .5 = 10 + 3 = 13.
02 - incorrectamente.
03 - Não. Se ele tem viúva é porque o homem está morto não podendo, legalmente, casar-se com mais ninguém.
04 - Nenhuma. Oito e oito são dezasseis.
05 - Nunca toca. O barco e a corda vão subindo com a maré.
06 - 9 membros: 6 filhas, 1 irmão, o sr. Silva, a srª Silva.
07 - Nenhum. Quando se cruzam encontram-se exactamente à mesma distância de Lisboa.
08 - As duas que tirou.
09 - 9.
10 - Porque não se podem tirar fotografias com uma perna-de-pau. Só com máquinas fotográficas.
11 - O fósforo.
12 - 1 hora.
13 - Até meio da floresta. A partir daí já não corre para dentro mas para fora da floresta.
14 - 1. O último para "acabar a casa".
15 - Monte Everest.
16 - 1. Se os juntou todos...
17 - Uma. Depois de se subtrair 5 já não restam 25.

CLASSIFICAÇÃO
0 Pedimos desculpa por dizer-lhe a verdade, mas você é um idiota!
1-5 Tente outro teste, pode ser que se sai melhor.
6-10 Não se sinta envergonhado, há quem responda ainda menos.
11-13 Você está na média geral.
14 Parabéns você é mais esperto que a maioria!
15-17 Você é um génio.

in
http://silves.planetaclix.pt/

Teste de Estupidez Crónica

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01 - Quantos são cinco divididos por ½ mais 3?
02 - Qual a palavra (portuguesa) que todos os portugueses pronunciam incorrectamente?
03 - No Japão é permitido a um homem casar com a irmã da sua viúva?
04 - Qual é a expressão correcta: oito mais oito É quinze, ou oito mais oito SÃO quinze?
05 - Uma corda com 10 metros está pendura de um barco e a sua ponta inferior está apenas a 10 cm. da superfície da água. Sabendo que a maré sobe 2 cm. por minuto quanto tempo leva até que a corda toque a superfície da água?
06 - O senhor e a senhora Silva têm seis filhas e cada filha tem um irmão. Quantas pessoas constituem a família Silva?
07 - Dois aviões descolam ao mesmo tempo. Um sai de Lisboa outro de Paris. O avião que partiu de Lisboa viaja a uma velocidade de 500km. por hora. O que saíu de Paris, devido a ventos desfavoráveis, voa a uma velocidade de apenas 200km. por hora. Quando se cruzam no ar, qual dos dois se encontra mais próximo de Lisboa?
08 - Tire 2 maçãs de 3 maçãs, com quantas fica?
09 - Um pastor tinha dezassete ovelhas. Todas menos nove morreram. Com quantas ficou?
10 - Porque razão não é possível em Portugal tirar fotografias a um homem com uma perna-de-pau?
11 - Se apenas possuísse um fósforo e estivesse num quarto escuro com uma vela, um fogão a lenha e uma lâmpada de petróleo (com petróleo), qual acenderia primeiro?
12 - O médico dá-lhe 3 comprimidos para tomar um de meia em meia-hora. Quanto tempo se passa até que tome o último comprimido?
13 - Até que distância consegue um cão correr para dentro de uma floresta?
14 - Quantos tijolos são necessários para acabar uma casa sabendo que cada tijolo tem 50cm. de lado?
15 - Antes do Monte Everest ter sido descoberto qual era o monte mais alto do mundo?
16 - Um camponês tem 5 montes de palha num campo. Noutro campo tem 4 montes de palha. Se os juntar ao pé da sua casa com quantos montes de palha fica?
17 - Quantas vezes se podem subtrair 5 de 25?

(Fonte, resolução e classificação, desvendados no proximo post. Divirtam-se!)

18/09/06

Histórico - A historia da vida dele

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(Outra crónica antiga.. Co'a breca.. Nunca mais acabam...)

Bem, tudo começou no princípio. Era um dia de muito sol, e como eu estava de frente para ele, o gajo estava a ofuscar-me os olhos, por isso eu não vi muito o bem o que se passou, por isso vou inventar como se não houvesse dia de amanha. Ele chamava-se, como se faz quando queremos chamar alguém, pelo nome. O nome dele era Zé. Vivia na tão bem conhecida Rua de
Cima e morava mesmo ao lado do seu vizinho. Este também se chamava pelo nome, eu no seu cartão de sócio dos "Amigos da Colher de Madeira" dizia "Sr. Tó". Ele não era bem um senhor, mas para não parecer muito mal, para dar assim um ar de gente importante, os senhores que faziam o cartão acrescentavam lá o "Sr." por uma melódica quantia de 27€.
O Zé e o Tó eram muito amigos, muito amigos mesmo, tão amigos ao ponto de dizerem "Anda cá meu amigo". E eles iam. O Zé e o Tó brincavam muito na rua durante o dia. Eles gostavam muito de brincar ás escondidinhas. Havia dias que um se escondia e só voltava um ou dois meses a seguir. Eram mesmo muito amigos.
Mas vou contar o que realmente se passou, bem, vou contar o que eu acho que realmente se passou, uma vez que eu estava ofuscado pelo sol e não conseguia ver assim muito bem. Talvez deva comprar uns óculos de sol. Ou então não.
Um dia o Zé estava muito triste, mesmo muito triste... Então o Tó chegou ao pé dele e disse "Então Zé? O que se passa contigo? Não gosto que estejas assim triste, amigo!". Eles eram muito amigos. O Zé explicou-lhe o que se tinha passado, o porquê da sua tristeza, mas como eu não sou cusco nem tenho nada a ver com a vida dos outros, não estive lá a ouvir o porquê das suas tristes máguas. Não me pagam para ser cusco. Bem na verdade não em pagam mesmo nada. Só de pensar nisso sinto-me mal, explorado, triste como o Zé. Mas deixemo-nos disso, não estamos aqui a falar da história da minha vida, mas sim da história da vida dele.
Eram muitas as vezes que o Zé ia brincar para casa do Tó e muitas eram as vezes que o Tó não ia brincar para casa do Zé. Eles gostavam muito de brincar. Tinham um gosto particular de brincar com bonecas, com batons e aquelas coisas esquisitas, que são tão esquisitas, que só de dizer o nome sinto-me esquisito. Ás vezes, eles brincavam aos enfermeiros e enfermeiras. Nunca resultava muito bem, porque queriam ambos ser a enfermeira. Andavam à porrada. Eram mesmo muito amigos.
Acabou no fim. Nunca percebi porque acaba sempre no fim...

04/09/06

Histórico - Não me ocorre nenhum título, por isso façam de conta que isto é um realmente bom.

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(Olá.. esta é também uma crónica muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito antiga. Remonta aos tempos de infância de um infante infantil, e por ser tão má e tenebrosa, eu escolhi-a especialmente como "Crónica comemorativa das 1000 visitas deste blog". Parebéns. Obrigado.)

Olá! Tudo bem contigo e com a tua familia? O que é preciso é que esteja tudo bem. Quando não está tudo bem é porque algo não corre como esperamos. Verdad?
Bem, o que eu tenho hoje para vos dizer, é que tenho uma coisa para vos dizer.
Já vos disse.

A minha vida mudou radicalmente desde a ultima mudança radical na minha vida.Agora já não estou a viver onde estava.Como já dever ter percebido, estou a viver no sitio onde habito agora.É complicado porque estive este tempo todo a viver lá e agora já não.Já sabia onde ficava tudo, a casa-de-banho, a loja de anilhas e parafusos, a paragem de autocharro e, por ultimo mas não menos importante a loja de aluguer de escovas de dentes.Agora sei na mesma. Mas não é a mesma coisa.Sabem porquê? Muito simplesmente porque são coisas diferentes.(Só um momento vou á casa-de-banho, sim, sei onde é.)









(Já cá estou.Demorei muito?Perdi-me no tempo a contar as flores do rolo de papel higiénico.Eram muitas)
Como eu estava a dizer, esta questão tão falada que é a Gripe das Aves, não é de todo má, no entanto trás muitos problemas.Vou enumerar de seguida os prós e os contras, mas nao farei distinção entre uns e outros.Tudo junto é que é bom. E como dizia o outro, "Tás mas turbar!".

Prós e contras desta questão tão falada que é a Gripe das Aves:
-Foi uma oportunidade excelente para a expansão do mercado de medicamentos para a gripe e afins.É ver as aves todas malucas a snifarem aspirinas, que é como quem diz, ácido acetilsalisílico (acho que se escreve, se não for, eu escrevi assim de propósito).
-Excelente oportunidade para a raça suina, bovina e caprina controlarem em conjunto o monopólio de vendas de produtos alimentares.Tenho a certeza que é isso que os animais desejam.
-Por último, mas muito menos importante, é chato.

A minha solução é muito simples. Criar um posto universal algures entre Arrabães e Moscovo, onde toda e qualquer ave migratória, ou não, se possa fornecer de cachecois, gorros, pantufas e também impermeáveis. Depois noutra secção, ainda no dito posto, proponho que se sirvam meias de leite quentinhas com um bocadinho de mel. Tenho a certeza, que além de se prevenir e eliminar a tal gripe.

Outra solução, era extreminar toda e qualquer ave. Penso que esta seria a melhor hipotese do Mundo e quiçá da Europa.Era isto. 'Noite!